COM ALEXANDRE VALVERDE

17 a 19 de ABRIL de 2020.

Sexta-feira das 18h as 22h.

Sábado das 9h as 17h

Domingo das 9h as 13h

Investimento: R$600 (Pode ser parcelado em até 3x R$200).

A fenomenologia, sendo método de chegar às coisas elas mesmas, é um caminhar que acompanha, respeita e acolhe aquilo sobre o que se interroga. A pergunta sobre nossa existência, nesse sentido, revela o tecido que nos constitui, o mundo, o tempo e o corpo que somos.

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TÁBUA DE MATÉRIAS

I. A insuficiência do questionar metafísico sobre nossa existência

 
II. Método Fenomenológico
-Significado de compreensão-afinada
-Uma apresentação da concepção metafísica do homem 
-Logos, Physis, Páthos e a questão da linguagem.
-Distinção entre aspectos ônticos ontológicos da existência humana.
-Escutar e ouvir.
-Ver e olhar.
-A atitude engajada e desengajada: a questão da autenticidade e inautenticidade ou da propriedade e impropriedade do discurso.

III. A diferença compreendida como possibilidade.
-A compreensão ontológica do homem inspirada pelo pensamento heideggeriano -Sobre a “antropologia” contida em Ser e Tempo.

IV. Distinção ontológica entre corpo e ser-corpo, mundo e ser-mundo, tempo e ser-tempo

V. A reflexão sobre o ser-doença revela a totalidade da estrutura de abertura compreensivo-afinada
-Doença enquanto fenômeno do ser-corpo, ser-mundo e ser-tempo.
-A doença revela ao homem sua condição mais própria.
-A doença dita “mental” evidencia o ser-doente como fenômeno total do ser-corpo, ser-mundo e ser-tempo.
-A co-origem fundamental do fenômeno do ser-doente revela a totalidade da estrutura de compreensão-afinada.

VI. Sobre a incompletude de um discurso heideggeriano sobre o corpo, doença e delírio.

VII. A estrutura ser-si-mesmo – ser:corpo:ser-mundo:ser-tempo.

-O círculo hermenêutico e o acontecer da verdade como estrutura de velamento e desvelamento.
-Verdade - alétheia.

VIII. Considerar o delírio como possibilidade do homem é feito de modo angustiado e próprio 

-Proposição de uma compreensão do discurso delirante.
-Ausência de sentido” e mundo do homem delirante.
-Delírio, ruptura, ser e não-ser.
-O círculo da possibilidade hermenêutica da incompreensividade.

IX. Finitude, angústia e incompreensividade.

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ALEXANDRE VALVERDE

Médico psiquiatra pela Escola Paulista de Medicina - UNIFESP. Psicoterapeuta de orientação fenomenológico-existencial.

Cuide-se bem e regenere seu entorno!

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